Se você perguntar pra uma criança o que ela quer ser quando crescer, as respostas oscilarão entre médico, veterinário, engenheiro e demais profissões clássicas, e modelo, jogador de futebol e outras que aparecem na mídia o tempo inteiro. Talvez uns digam astronauta, professor ou policial... enfim, profissões que as crianças conhecem.
Mas e as profissões que elas não conhecem? Tem como almejar uma carreira que você nem sabe que existe? Lembrei-me disso porque hoje é Dia do Atuário - você sabe o que um atuário faz? Não? Taca no google!
Eu não conheço nenhum atuário, até porque eles devem ser poucos mesmo! Mas tive contato com a atuária no tempo que trabalhei na Contábeis (na UFRGS, as duas graduações tem muito em comum, inclusive o prédio de aulas) e um dia um professor me explicou mais ou menos o que vinha a ser o campo de trabalho das Ciências Atuariais - até que é interessante, pra quem gosta de estatística ^.^
O objetivo do post, além de dar os parabéns aos atuários de plantão pelo dia, é alertar para dois graves problemas que eu vejo no campo da escolha profissional. O primeiro deles é a falta de visibilidade que algumas profissões tem, que resulta na baixa procura por parte dos jovens e também no segundo problema: o preconceito. Se você escolheu ser jornalista, dentista, arquiteto ou qualquer outra profissão "normal", bom pra você, seja feliz. Mas não pense que as profissões que você não conhece são inúteis... na real, é só você que é ignorante. Nem todo biólogo é médico frustrado; nem todo bibliotecário entrou de 2º opção; nem todo estatístico escolheu seu curso porque "era fácil de passar". Eles quiseram ser isso. Tem muito profissional "diferente" satisfeito e feliz com a escolha da sua carreira. Fica a dica ;D













